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a casa do porco

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Abriu em São Paulo A Casa do Porco, restaurante novo do chef Jefferson Rueda. Eu fui lá e, se você está com fome, recomendo deixar para ler esse post depois!

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Bem, o lugar já abriu bombando, lógico. Enquanto eu ia lendo as notícias  da abertura da casa o meu desejo de provar tudo aquilo só crescia. Sério. Uma casa dedicada ao porco, com um menu extenso e sedutor. Eu acho isso uma coisa linda de ver. O lugar é gostoso e aconchegante, a cozinha é aberta e você pode dar uma espiada no porco. Eu aproveitei pra dar um abraço no Jefferson e agradecer pela refeição. Porque sério, gente que faz comida assim merece muito abraço. Amantes do porco, univo-nos!

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A primeira tentativa foi frustrada, pois quando chegamos a fila de espera chegava a duas horas e meia. Passei o resto do dia sonhando com o Porco Poca que nunca comi. Mas a turma do porco não desiste, e resolvemos voltar outro dia bem cedo. Pois bem, chegamos às 11h45 já que a casa abre às 12h. Para nossa surpresa, já havia um borburinho na porta. Quem chegou depois da gente já entrou pra fila de espera. Me senti meio num show de rock esperando o portão abrir, o que aconteceu pontualmente às 12h. Sentamos e começamos os trabalhos. Primeiro de tudo: Porco Poca, uma pipoca de pele de porco frita, nosso amado torresmo. Quando dei a primeira mordida já percebi que aquele almoço seria memorável. Para acompanhar, a cerveja IPA da casa, Horny Pig.

Éramos 6 pessoas, e para aproveitar ao máximo resolvemos pedir vários pratos e dividir. Seguimos com uma tábua de pancetta, acompanhada por pão, mostarda, compota de cebola com bacon e picles, tudo feito na casa. Depois disso, linguiça de porco acompanhada com farofa e vegetais grelhados. São tantas opções que fica bem difícil decidir alguma coisa, mas seguimos com pão no vapor com barriga de porco, cebola roxa e pimenta fermentada. Divino. Para fechar a primeira parte, um dos mais recomendados da casa, torresmo de pancetta com goiabada. De chorar no cantinho.

Não satisfeitos, resolvemos pedir três pratos principais para dividirmos: dois Porco San Zé – o carro-chefe da casa, assado inteiro no forno a lenha –, acompanhado por tutu, couve e tartar de banana e espaguete fresco com bacon, pancetta, guanciale, gema de ovos e pecorino. Tudo simplesmente incrível. Esse porco foi um dos melhores que eu comi na vida.

Para finalizar, pudim de leite com algodão doce. O café acompanha balinhas de leite defumadas no bacon. De comer que nem jujuba.

Já saí com vontade de voltar e provar o que não coube em um almoço só. E sim, se eu soubesse que comeria tão bem, teria esperado as duas horas e meia.

• post publicado no blog sonar

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